segunda-feira, 18 de agosto de 2014

QUALIS A1

ISSN

Nome da Revista
Endereço eletrônico
0161-9268

Advances in Nursing Science

http://journals.lww.com/advance
sinnursingscience/pages/default.
Aspx
0090-0036
American journal of Public Health
http://ajph.aphapublications.org/
0962-1067

Journal of Clinical Nursing

http://onlinelibrary.wiley.com/jo
urnal/10.1111/(ISSN)1365-2702
1518-8345
Revista Latino-Americana de Enfermagem
http://ead.eerp.usp.br/rlae/

QUALIS A2

ISSN

Nome da Revista
Endereço eletrônico
0103-2100
Acta Paulista de Enfermagem (UNIFESP)
http://www.unifesp.br/acta/
0102-311X

Cadernos de Saúde Pública

http://cadernos.ensp.fiocruz.br/c
sp/portal/
0034-7167

Revista Brasileira de Enfermagem


http://www.scielo.br/scielo.php?
script=sci_serial&pid=0034-7167
1980-220X
Revista da Escola de Enfermagem da USP
http://www.ee.usp.br/reeusp/
1518-8787


Revista de Saúde Pública


http://www.rsp.fsp.usp.br/mensa
gem/pub/bemvindo.php?tipo=0
0104-0707

Texto & Contexto Enfermagem

http://www.textoecontexto.ufsc.
br/conteudo.php

QUALIS B1
ISSN

Nome da Revista
Endereço eletrônico
1678-4561

Ciência & Saúde Coletiva

http://www.scielo.br/scielo.php?
script=sci_serial&pid=1413-8123
0717-9553

Ciencia y Enfermería

http://www.scielo.cl/scielo.php?s
cript=sci_serial&pid=0717-
9553&lng=es&nrm=iso
1984-7513

Ciência, Cuidado e Saúde (Online)

http://periodicos.uem.br/ojs/ind
ex.php/CiencCuidSaude
1414-8145

Escola Anna Nery

http://www.eean.ufrj.br/revista_
enf/revista_enf.htm
1807-5762

Interface (UNI/UNESP)

http://www3.fmb.unesp.br/interf
ace/
1676-4285

Online Brazilian Journal of Nursing


http://www.objnursing.uff.br/ind
ex.php/nursing
1518-1944

Revista Eletrônica de Enfermagem

http://www.revistas.ufg.br/index.
php/fen
1518-1944

Revista Eletrônica de Enfermagem

http://www.revistas.ufg.br/index.
php/fen
1983-1447
Revista Gaúcha de Enfermagem
http://seer.ufrgs.br/RevistaGauch
adeEnfermagem
QUALIS B2
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Nome da Revista
Endereço eletrônico
1414-8536
Cogitare Enfermagem (UFPR)

http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.
php/cogitare
1695-6141
Enfermería Global
http://revistas.um.es/eglobal
0214-0128


Enfermería Integral


http://www.enfervalencia.org/pu
b/comunicacion/revista_ei.php
1415-8264
Nursing (São Paulo)
http://www.nursing.com.br/
1415-2762
REME. Revista Mineira de Enfermagem
http://www.bu.ufmg.br/periodicos/150
0102-5430

Revista Baiana de Enfermagem


http://www.portalseer.ufba.br/in
dex.php/enfermagem
1517-3852


Revista de Rede de Enfermagem do Nordeste

http://www.revistarene.ufc.br/re
vista/index.php/revista
1981-8963

Revista de Enfermagem UFPE On Line

http://www.revista.ufpe.br/revist
aenfermagem/index.php/revista

PASSO A PASSO PARA O CADASTRO DE PROJETOS DE PESQUISA NA PLATAFORMA BRASIL/CONEP



Folha de Rosto (Plataforma Brasil) – http://www.saude.gov.br/plataformabrasil
No caso de pesquisa envolvendo seres humanos ou que utilizem dados e material humano, a Folha de Rosto deverá vir devidamente assinada pelo pesquisador responsável e, assinada e carimbada  pelo Coordenador do curso a qual a pesquisa está vinculada.

ATENÇÃO: ao preencher a Plataforma Brasil não digitar a instituição pelo nome, buscar a instituição pelo CNPJ da Universidade: XX.XXXXXX/XXXX-XX
Nome de cadastro da Universidade tal, exemplo: Fundação Universidade XY/CNPJ: XX.XXX.XXX/XXXX-XX

ETAPA 1: O pesquisador responsável deverá se cadastrar no site http://aplicacao.saude.gov.br/plataformabrasil Criar um login para ter acesso ao sistema (caso o projeto seja de aluno de graduação ou pós-graduação, o projeto deverá ser cadastrado pelo orientador);

ETAPA 2: Cadastrar nova submissão (projeto), e ao final do processo, imprimir a Folha de Rosto que será gerada;

ETAPA 3: Juntar Cadastro on line impresso + Folha de rosto e providenciar as assinaturas do Pesquisador Responsável, do Coordenador do Curso a qual a pesquisa está vinculada e da Direção de Ensino (se a pesquisa for realizada nas dependências da Universidade).

ETAPA 4: Após assinados os devidos documentos anexá-los ao Sistema (Plataforma Brasil)

ETAPA 5: Se aplicável, anexar aos documentos no sistema, os instrumentos de coleta de dados, escalas e/ou questionários a serem utilizados no estudo e Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE);

ETAPA 6: No caso de pesquisas envolvendo outras instituições, anexar a declaração de concordância da(s) mesma(s) (IMPRESSO)

ETAPA 7: Projetos que envolvam genética humana, aspectos de biosegurança, populações indígenas, deve ser anexado o DOCUMENTO ADICIONAL no sistema.

ETAPA 8: Após anexar os documentos citados nos itens anteriores, deverá ser dado o comando “ENVIAR PROJETO AO CEP” para que assim o CEP possa visualizar o projeto no sistema.

O COMITÊ DE ÉTICA TERÁ O PRAZO DE 30 DIAS PARA EMISSÃO DA CARTA DE APROVAÇÃO.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Maturação Sexual dos Adolescentes



Os sinais visíveis da maturação sexual aparecem em uma sequência ordenada, de modo que o estado de maturidade pode ser avaliado com base no aparecimento dessas manifestações externas. A idade que acontece é variável de adolescente para adolescente. Na menina: 1 e meio a 6 anos, desde o aparecimento dos brotos mamários até à maturidade completa. No menino: 2 e 5 anos até atingirem as dimensões adultas.
Na menina, os sinais de maturação aparecem geralmente na seguinte sequência:
1.      Aumento pôndero-estatural rápido
2.      Mudanças das mamas
3.      Alargamento da bacia
4.      Crescimento de pelos pubianos
5.      Aparecimento de pelos axilares
6.      Menstruação
7.      Diminuição abrupta do crescimento linear

No sexo masculino, os sinais de maturação costumam manifestar-se na seguinte ordem:
1.      Aumento de peso
2.      Aumento dos testículos
3.      Rápido aumento estatural
4.      Crescimento de pelos pubianos
5.      Aparecimento de pelos axilares
6.      Crescimento de pelos sobre o lábio superior, na face...
7.      Mudanças na laringe e Crescimento do pênis
8.      Emissões noturnas
9.      Diminuição brusca do crescimento linear

A monitorizacao do desenvolvimento puberal é feita pela classificação de Tanner, que estudou e sistematizou a sequencia dos eventos puberais em ambos os sexos, em cinco etapas, considerando:
1.      quanto ao sexo feminino:
o desenvolvimento mamário e a distribuição e a quantidade de pelos;

2.      quanto ao sexo masculino:
 aspecto dos órgãos genitais e também a quantidade e a distribuição dos pelos pubianos
Na avaliação das adolescentes, durante a puberdade deve-se observar o aparecimento das mamas e pelos. A puberdade pode se iniciar dos 8 aos 13 anos e alguns aspectos devem ser considerados, tais como:
  1. O broto mamário é o primeiro sinal puberal na menina, é chamada de telarca e pode apresentar-se unilateralmente sem significado patológico. Observar a adolescente,  tranquilizá-la e reavaliar após 6 meses, quando a outra mama já terá aparecido e os primeiros pelos pubianos também.
  2. Caso a puberdade se inicie com o aparecimento de pelos pubianos e não com o broto mamário, deve-se encaminhar ao profissional de saúde, pois pode se tratar de uma causa patológica, devendo ser melhor investigada.
  3. O início da puberdade antes dos 8 anos podem ser motivos de preocupação e, portanto, deve-se sempre referir a adolescente ao profissional de saúde para que ele avalie junto ao endocrinologista se é uma puberdade precoce. 
  4. É frequente ocorrer um corrimento vaginal claro nos 6 aos 12 meses que antecedem a primeira menstruação, pois trata-se do crescimento endometrial uterino e que deve-se apenas cuidar mais da higiene corporal.
  5. Atentar que a idade média da menarca em nosso meio é de 12 anos e 4meses, mas pode ocorrer entre 9 e 16 anos, observar o comportamento do evento na família e acompanhar o processo de cada adolescente.
  6. Os primeiros ciclos menstruais são geralmente anovulatórios e irregulares, podendo essa irregularidade permanecer por até 2 ou 3 anos.
  7. O ciclo menstrual normal tem um intervalo de 21 a 36 dias e uma duração de 3 e 7 dias.
  8. As adolescentes podem ainda crescer em média 4 a 6c m nos 2 ou 3 anos após a menarca.
  9. É importante observar que se deve considerar retardo puberal em meninas a ausência de qualquer característica sexual secundária a partir dos 13 anos de idade.

Na avaliação dos adolescentes, durante a puberdade, deve-se observar o aparecimento de pelos e o crescimento da genitália. A puberdade pode se iniciar dos 9 aos 14 anos e alguns aspectos devem ser observados, tais como:
  1. A primeira manifestação da puberdade no sexo masculino é o aumento do volume testicular, em média aos 10 anos e 9 meses. O saco escrotal trona-se mais baixo e alongado, mais solto e enrugado e mede cerca de 3cm
  2. O crescimento peniano começa em geral, um ano após o crescimento dos testículos.
  3. O início da puberdade antes dos 9 anos também pode ser motivo de preocupação, pode-se tratar de uma puberdade precoce e, portanto, deve-se sempre referir o adolescente ao serviço de referência para melhor ser avaliado.
  4. No desenvolvimento da genitália, recomenda-se que o profissional de saúde seja responsável pela avaliação do adolescente, quando não munido do orquidômetro, proceda da seguinte forma:
  •           Faça a avaliação do peso e altura do adolescente.
  •    Mostre a prancha de estágios de Tanner ao adolescente e solicite ao mesmo que indique em que momento do seu desenvolvimento ele se encontra a partir do que foi visto.
  •      Faça a relação entre peso e altura e o estágio referido pelo adolescente.
  •     O profissional poderá ainda, durante a entrevista, investigar possíveis alterações nas queixas e relatos do adolescente. Além de ser um método de avaliação seguro, permite ao adolescente a percepção de si e o autoconhecimento. Além de ser um método não invasivo.

5.  Observar que primeiro o pênis cresce em tamanho e depois em diâmetro. Quando o adolescente termina sua fase de crescimento, seu pênis atinge em média 12 cm e 15cm quando ereto, podendo variar mais ou menos de 2 a 3 cm.
6.  A idade da primeira ejaculação, conhecida como semenarca ou espermarca, ocorre em média aos 12 anos e 8meses. Geralmente, acontece também a polução noturna, ou seja, a ejaculação involuntária de sêmen quando o adolescente está dormindo. Trata-se de evento fisiológico normal, que deve ser orientado e tranqüilizado pelo profissional de saúde.
7. Observar que pode aparecer o crescimento do broto mamário no menino, ginecomastia puberal (aumento do tecido mamário) verifica-se em grande parte dos adolescentes masculinos. E frequentemente bilateral, tem consistência firme e móvel e, às vezes, muito dolorosa.
8.   É importante observar que se deve considerar retardo puberal em meninos, a ausência de qualquer característica sexual secundária a partir dos 14 anos de idade.



quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Desenvolvimento do Adolescente



A adolescência é uma fase de transição entre a infância e a idade adulta. É uma época de maturação física, social e emocional que coincide com o aparecimento dos caracteres sexuais secundários e seu o término acontece com cessação do crescimento corporal: 18 a 20 anos. Segundo a OMS a adolescência compreende o período entre 10 e 19 anos de idade e pelo ECA é dos 12 e 18 anos.
O termo puberdade refere-se principalmente ao processo hormonal, de maturação e de crescimento que ocorre quando os órgãos reprodutivos começam a funcionar e se desenvolvem os caracteres sexuais secundários.
A pubescência ou pré-puberdade compreende os dois anos anos anteriores à puberdade, período em que ocorre as mudanças físicas preliminares que precedem a maturidade sexual e o surto do crescimento .
A pós-puberdade é o período de 1 a 2 anos que segue à puberdade, durante o qual completa-se o crescimento do esqueleto e as funções reprodutivas se estabelecem definitivamente.
Desenvolvimento físico

As mudanças físicas da puberdade são principalmente o resultado de atividade hormonal, sob influência do sistema nervoso central, embora todos os aspectos do funcionamento fisiológico interajam reciprocamente.

 Sistema Nervoso Central   +   Atividade Hormonal  = Mudanças físicas da puberdade       
Crescimento físico      
= Caracteres sexuais secundários

A distinção física entre os dois sexos baseia-se nas seguintes características: caracteres sexuais primários ( órgão sexuais internos e externos responsáveis pelas funções reprodutivas) e caracteres sexuais secundários.

Crescimento físico

A maturação sexual acompanha-se invarialvelmente de aumento espetacular do crescimento. Os últimos 20 a 25% do crescimento linear são atingidos durante a puberdade, sendo que maior parte em um período de 24 a 36 meses; é o surto do crescimento da adolescência. Este crescimento é  altamente variável;  quanto à idade de início, a duração e ao grau de crescimento. O surto de crescimento inicia-se mais precocemente na menina, geralmente entre os 10 e 14 anos, no menino, ele começa em média entre os 12 e 16 anos.
As diferenças no crescimento do esqueleto que se observa entre os dois sexos parecem depender da influência dos hormônios durante a puberdade, manifestando-se principalmente no comprimento dos membros.  Na menina, o crescimento cessa mais precocemente, em virtude do fechamento das unidades epifisárias.
Em resumo as principais mudanças que ocorrem na menina são: hipertrofia da mucosa laríngea e aumento da laringe e das cordas vocais, maior largura de quadris, aumento da massa corporal não-gordurosa – acompanha o aumento geral dos glândulas sebáceas extremamente ativas: genitais e na face, pescoço, ombros, e metade superior da caixa torácica, pelos: distribuição e textura característicos, glândulas sudoríparas écrinas / apócrinas – puberdade, aumento passageiro de tecido subcutâneo adiposo – antes do crescimento ósseo e depois diminuição e formação de depósitos variáveis de gordura, estrogênio tem efeito muito maior no crescimento ósseo feminino, crescimento cessa mais precocemente. No sexo masculino, as principais mudanças são: hipertrofia da mucosa laríngea e aumento da laringe e das cordas vocais, maior largura dos ombros, aumento da massa corporal não-gordurosa– acompanha o aumento geral dos glândulas sebáceas extremamente ativas: genitais e na face, pescoço, ombros, e metade superior da caixa torácica, aumento passageiro de tecido subcutâneo adiposo – antes do crescimento ósseo e depois diminuição e formação de depósitos variáveis de gordura, glândulas sudoríparas écrinas / apócrinas – puberdade, estatura geral + alta e em maior comprimento de braços e pernas, fechamento das linhas epifisárias se processa mais lentamente, pêlos: distribuição e textura característicos: barba, bigode, crescimento anterior à puberdade é mais prolongado.

Mudanças fisiológicas


As alterações da puberdade acarretam numerosas mudanças nas funções fisiológicas. O volume e força contrátil, volume sanguíneo e PAS do coração aumentam. A frequência cardíaca e produção básica de calor diminuem. Todos os elementos celulares do sangue atingem os valores próprios do adulto. A FR e metabolismo basal atingem os valores dos adultos.  
Sistema endócrino de reprodução

As mudanças observadas durante a puberdade são resultado de influências hormonais e controladas pelo lobo anterior da hipófise( adeno-hipofíse), em resposta aos estímulos provenientes do hipotálamo.
Proliferação de células. Faz os quadris se alargarem. Faz o estreito pélvico a assumir forma ovoide. Faz o púbis se cobrir de pelos. Aumento do útero. Aumento da vagina. Desenvolvimento das mamas. Depósito de tecido adiposo em coxas e quadris.
O estrogênio também estimula o crescimento de todos os ossos logo após a puberdade, mas promove rápida calcificação óssea, fazendo com que as partes dos ossos que crescem se "extingam" dentro de poucos anos, de forma que o crescimento, então, para.  O estrogênio tem, outro, efeitos muito importantes no revestimento interno do útero, o endométrio, no ciclo menstrual.

Funções da Progesterona
Preparação do útero para a aceitação do embrião. Preparação das mamas para a secreção láctea. Inibe as contrações do útero.  Aumenta o grau da atividade das células que revestem a parede uterina (fazendo com que ele seja intensamente invadido por vasos sanguíneos. Acentuando o espessamento do endométrio). Aumenta o grau da atividade secretória das glândulas mamárias. Impede a expulsão do embrião que se está implantando ou do feto em desenvolvimento.